— Eu queria ter o mesmo tanto de esperança quanto você Althea. — Disse Zeriel.
— Por que? — Perguntou Althea.
— Porque para sairmos daqui, precisaremos de uma orbe mágica, alguém ai sabe fazer uma orbe mágica? — Perguntou Zeriel.
Todos ficaram se olhando, esperando que alguém falasse que sabia fazer uma orbe mágica, mas ninguém sabia fazer.
— Ótimo estamos presos até acharmos uma orbe mágica — Disse Zeriel.
— Então, já que estamos presos aqui, o que acham de sobreviver? — Perguntou Hameth — Estou com fome poxa, não sei se aqui tem noite, mas precisaremos de algum abrigo gente. — Disse Hameth.
— Eu pego madeiras para fazer o fogo! — Disse Joon.
— Eu faço o fogo! — Disse Albert.
— Eu vou ficar no alto desta árvore, vendo todos vocês, se precisarem de qualquer coisa soltem qualquer magia que chame atenção para o alto para que eu teleporte para perto. — Disse Zeriel.
— Eu ajeito um local com as árvores para ficarmos! — Disse Danielle.
— Eu trago a água para perto de onde vamos ficar. — Disse Althea.
— Eu fico aqui esperando vocês... — Disse Hameth.
— O QUÊ? — Disse Joon. — ENQUANTO ESTAMOS TRABALHANDO DURO VOCÊ VAI FICAR AQUI SENTADO?
— E você quer que eu faça o quê? — Perguntou Hameth.
— Caçar algo pra gente comer. — Disse Joon.
— Não tinha pensado nisso... Certo, vou caçar! — Disse Hameth.
Danielle conjurou uma magia que fez com que brotasse da terra uma grande caverna de madeira e folhas como camuflagem, Althea conjurou uma magia e fez com que dentro da caverna, tivesse a água mais limpa que possa existir, de uma forma como se fosse um pequeno lago, para ninguém morrer de sede. Joon se revestiu com gelo para ter bastante força e pegar as madeiras sem problema e trouxe para dentro da caverna, Albert fez um quadrado de chamas, e as madeiras começaram a queimar.
Enquanto isso, Hameth estava procurando algum animal para caçar, ele não sabia o que tinha na outra dimensão, até agora eles só viram todos aqueles esqueletos, e nenhum ser vivo, até que Hameth avistou uma planta baixa, esquisita, o seu tronco era dividido em duas partes, um semi-círculo, e uma parte reta, em comparação com as outras árvores, ela era bem menor, e não emitia luz, ela tinha folhas do estilo de samambaias, e tinha várias frutas verdes nela, Hameth nunca tinha visto tal tipo de fruta em sua dimensão, então ele pensou: "Hum... Já que é uma fruta, e a Danielle é uma maga da terra, então vou levar essas frutas comigo para ela analisar se podemos nos alimentar com elas..."
Para conseguir levar frutas para todas as pessoas, Hameth criou um saco de magia negra, e colocou uma dúzia de frutas dentro do saco, duas frutas para cada pessoa, ele não gosta de carregar peso, então ele conjurou uma magia para que o saco e as frutas ficassem pequenas, que dessem para guardar no bolso, e depois ele conjurava uma magia para voltar ao normal. Além das frutas, Hameth queria trazer algum animal, para eles assarem e comer a carne, mas ele até agora não viu nenhum sinal de vida.
Hameth chegou à caverna de madeira feita por Danielle, sem nada aparentemente em mãos, então Zeriel desceu lá de cima e perguntou:
— O que ouve? Onde está o animal para comermos?
— Eu não achei animal algum — Disse Hameth.
— Ótimo vamos morrer de fome. — Exclamou Althea.
— Não, calma... — Disse Hameth.
— Então você trouxe o quê? Frutas? — Perguntou Danielle.
— Sim, eu trouxe um dúzia de frutas para que você possa analisar se são comestíveis ou não. — Disse Hameth.
— Sim, mas cadê as frutas? — Perguntou Danielle.
— Aqui... — Disse Hameth, tirando de seu bolso, um pequeno saco de magia negra, disse algumas palavras e aumentou-o para o tamanho real de volta — Veja se da para comer...
— Certo... Me dê uma. — Disse Danielle.
Danielle pegou a fruta e falou: "— Bunseong... Peso: 148 gramas, peso calórico: 0,45 calorias por grama, 1,5 gramas de fibras, polpa de cor verde, casca de cor verde, madura, rico em vitamina B1, B2 e vitamina E, sem nenhum tipo de semente. Nossa, é uma fruta ótima e comestível." Ao dizer isso, Danielle deu uma mordida, sendo a primeira ao provar a fruta, ela fez cara ruim mas disse: "Nossa, essa fruta tem um sabor amargo, mas um amargo gostoso, prova ai..." Hameth pegou a fruta, comeu e disse:
— Realmente é um sabor muito forte, mas é gostoso, da para nos alimentarmos com isso enquanto não encontramos outra fonte de alimento.
— Vamos dar um nome para a fruta? — Disse Danielle.
— Verdamarga? — Palpitou Zeriel.
— Daonde tu tirou isso? — Perguntou Danielle.
— A fruta é verde e é amarga... — Disse Zeriel.
— Seu sem criatividade. — Disse Althea com cara de "me poupe".
— Leeze? — Palpitou Hameth.
— Leeze? Limão azedo? — Perguntou Danielle.
— Sim. — Disse Hameth.
— Não... Muito estranho. — Disse Danielle.
— Azedus! — Disse Danielle. — Todos concordam?
— Sim. — Disse Hameth.
— É pode ser... — Disse Zeriel, Althea e Joon.
Todos se alimentaram pela fruta, e como até agora não descansaram, estavam muito cansados, então eles foram dormir. Albert perguntou:
— Vai precisar ainda do fogo?
— Acende ai, não sabemos se as árvores vão parar de emitir luz e calor algum tempo.
Então eles dormiram em volta de folhas para amortecer o chão um pouco duro, em volta da fogueira. Depois de um tempo as árvores pararam de emitir luz, Danielle acordou porque a fogueira tinha apagado, ela estava morrendo de frio, ela acordou Albert e falou:
— A fogueira está apagada, você poderia acender ela de novo?
— Claro. — Disse Albert com cara de sono.
Albert conjurou uma simples magia de bola de fogo, que nunca falharia, mas por incrível que pareça a magia não funcionou, ele tentou até três tipos de magias diferentes e não aconteceu nada, então Danielle perguntou:
— Está tudo bem Albert?
— Não, eu não consigo fazer nenhuma magia de fogo.
— Como assim?
— Não sei, tenta fazer algum poder seu.
Danielle conjurou uma simples magia de controle da terra, e funcionou, ela levitou a terra.
— Só são os seus poderes Albert... — Disse Danielle.
— Humpft, o que está acontecendo? — Disse Zeriel.
— Os poderes do Albert não estão funcionando. — Disse Danielle.
Zeriel conjura uma magia de aumentar a chance da magia não falhar na conjuração em Albert.
— Vai, tenta de novo. — Disse Zeriel.
Albert tentou fazer outra magia de fogo, e não aconteceu nada.
— Droga. — Disse Albert.
— Calma Albert, eu acho melhor esperarmos algum tempo para vermos o que aconteceu com o meio onde estamos. — Disse Zeriel.
— É mesmo, está tudo escuro, as árvores pararam de emitir luz. — Disse Danielle.
— E você não sabe nenhum motivo disso Danielle? — Disse Zeriel.
— Quando eu conjuro uma magia que faz com que as árvores "falem" comigo, as árvores daqui não falam. — Disse Danielle.
— Tenso. — Disse Zeriel.
— Pessoal... Vamos acordar todo mundo para nos esconder, estão vindo esqueletos em nossa direção. — Disse Albert.
— Nossa é mesmo. — Disse Zeriel com os olhos arregalados.
Danielle acordou Althea, Zeriel acordou Hameth e Albert acordou Joon. Danielle, Zeriel e Albert, contaram para Althea, Hameth e Joon sobre os esqueletos, e Hameth disse:
— Vou conjurar uma magia para deixar todos nós invisíveis.
— Não seria muito arriscado uma magia tão forte assim? — Perguntou Zeriel.
— Sim, vou precisar de sua ajuda, aumente a regeneração do meu espírito, e aumente o meu espírito também. — Disse Hameth.
— Certo. — Concordou Zeriel.
Hameth e Zeriel conjurarão suas magias enquanto os esqueletos estavam chegando muito perto da caverna de madeira que Danielle fez. Assim que os esqueletos iam olhar para eles, Hameth conseguiu terminar a conjuração, e todos ficaram invisíveis, um dos esqueletos falou:
— Nada... estranho, Agmath disse que encontraríamos as seis pessoas para o sacrifício aqui. Enfim, vamos embora.
Os esqueletos saíram, as árvores voltaram a brilhar, todos voltaram a ser visíveis, Hameth caiu no chão.
— HAMETH! — Gritou Danielle.
— Calma, só estou cansado, foi muito esforço mental. — Disse Hameth.
— O esqueleto falou vocês viram gente? — Disse Althea.
— Ele falou o nome de um cara, um tal de Agmade... — Disse Joon.
— É Agmath. — Disse Hameth.
— Isso! — Exclamou Zeriel.
— Quem será esse tal Agmath? — Perguntou Danielle.
— Coisa boa é que não é, acho melhor sairmos daqui enquanto temos tempo, ele sabe que estamos aqui. — Disse Zeriel.
— Temos que ir agora, mas eu estou muito cansado. — Perguntou Hameth.
— Eu me congelo e te levo, sem problema. — Disse Joon.
— Valeu. — Disse Hameth.
Então Joon se congelou, aumentando muito a sua força, e levou Hameth nos braços, pois ele deixou seis pessoas invisíveis, foi por pouco tempo, mas isso teve um grande esforço mental. Danielle falou:
— Vamos procurar algum local escondido, para que eu não possa fazer nenhuma alteração no ambiente, talvez tenha sido assim que perceberam a nossa localização.
— Mas aonde? — Perguntou Zeriel.
— Não sei, vamos ter que andar até encontrar. — Disse Danielle.
— Pelo menos agora já sabemos que se os esqueletos se aproximarem, as árvores param de brilhar. — Disse Althea.
— Um ponto a mais pra gente. — Disse Joon.
— Idiota. — Disse Hameth.
— Ei! eu estou te carregando nos braços. — Disse Joon.
— E dai, eu te conheço, tu não vai me soltar. — Disse Hameth.
— Chato. — Disse Joon.
— Chega né gente, parem os dois. — Disse Zeriel.
Eles continuaram procurando um lugar para ficar e Danielle estava se sentindo cada vez mais perto das árvores, como se ela agora estivesse começando a senti-las.
Continua...
domingo, 17 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
A excursão - parte II
Quando deu quatro horas da tarde, todos estavam procurando Iglob, mas parece que ele sumiu procuraram no quarto dele e nada, então Hameth disse:
— Eu acho que eu sei aonde ele pode estar...
— Aonde? — Perguntaram todos
Hameth mostrou a passagem secreta, todos ficaram surpresos com aquilo e Danielle perguntou:
— Como você sabia disso? — Eu estava procurando Iglob, não achei ele, sem querer eu cai e me segurei no que estava mais perto de mim, então abriu, mas como estava muito escuro eu não entrei, eu fui pro meu quarto e esperei o tempo que ele disse que íamos explorar.
— Vamos logo ver o que tem depois dessa estante. — Disse Zeriel.
— Não seria muito arriscado? — Perguntou Danielle.
— Não. Estamos todos juntos, Iglob mesmo disse que somos mais forte juntos. — Disse Hameth.
— Então vamos logo! — Disse Joon entrando sozinho pela estante — Vamos gente, estão com medo é?
— Claro que não idiota. — Disse Hameth entrando pela estante
Depois que Hameth entrou na estante todos os outros entraram juntos, Albert fez uma bola de fogo para iluminar todo o caminho. Desceram muitos degraus, e nada, mais degraus, e nada, desceram muitos degraus até que Danielle disse:
— Ta ficando muito fundo...
— Não é melhor a gente voltar? — Disse Joon
— Estão com medo de quê? — Disse Hameth
— É mesmo gente, não precisamos ter medo de nada. — Disse Althea
— O que você acha Zeriel? — Perguntou Joon
— Vamos logo, se vocês morrerem eu ressuscito! — Exclamou Zeriel
— E eu curo! — Exclamou Althea
— Então vamos gente.
Eles desceram as escadas por quase dez minutos e viram uma outra porta de madeira com dois metros de altura e uma imensa luz vindo do buraco da fechadura.
— Quem se quer ser voluntário para abrir a porta? — Perguntou Joon
Todos menos Albert deram um passo para trás.
— Temos um vencedor! — Exclamou Joon
Albert não se importava de abrir a porta afinal, as magias dele eram as mais fortes do grupo. Albert aproximou a sua mão da fechadura, o ar começou a ficar pesado, ninguém conseguia respirar direito.
— O que está acontecendo? — Perguntou Danielle — Por que não estamos conseguindo respirar direito?
— Deve ser uma armadilha. — Disse Hameth com muito sufoco
— Se a nossa escola ensinasse magias de ar, teria um mago que saberia fazer magias do ar com a gente e nos salvaria, mas já que não tem, lascou! — Disse Joon
— Cala a boca! — Disse Hameth com expressão de "me poupe"
Todos desmaiam e acordam presos dentro de "tubos de ensaios gigantes", em um local que parecia não ter saída, olham para frente e veem Iglob rindo para eles.
— Como vocês são tolos, vocês caíram direitinho na minha armadilha... a começar por você Hameth...
— Por que... Por que você está fazendo isso? — Perguntou Hameth
— Para ressuscitar meus ancestrais. Preciso de 6 almas e vejo que foi mais fácil do que eu pensei...
Albert disse: "Você é que pensa" e começou a conjurar o poder mais forte dele: "Unwakupi waste e wan Tanka kin òn at' epi kin asni kiyasni he Oblaje t' ankapi hena!", após terminar a conjuração, começou a sair fogo do corpo dele, um fogo muito forte, a ponto de derreter tudo que não fosse o conjurador, mas o vidro nem se mexeu.
— Não adianta tentar quebrar o vidro... Ele é anti-magia entende?
— Droga, é o nosso fim. — Disse Joon — DANIELLE EU TE ACHO MUITO LINDA — Disse Zeriel
— NHA OBRIGADAAAAAAAAA... — Disse Danielle
— Parem de falar essas coisas, não ta vendo que a gente vai morrer? — Disse Hameth
— Droga, mesmo se eu virasse água não teria como passar por esse vidro — Disse Althea
— ... — Não disse Albert -qqq
— Preparem-se! — Exclamou Iglob — yeonghon seonjoui hochul geulaeseo naega chamgo lo, seonjodeul-ui — Começa a surgir fumaças das paredes — yeonghon eul hochulhal — A prisão de tubos gigantes de onde eles estão começa a ter efeitos poltergeist — su nae josang-ui yeonghon-i geudeul-eun da-eum yeoseos masulsa leul mandeuneun saenghwal lo dol-agal su issdolog huisaeng ibnida!
Após terminar de dizer a última palavra da conjuração, aparecem dois espíritos, uma mulher muito linda de cabelos marrons e um homem muito forte e Iglob diz: "Ó ancestrais, aqui estão os seis espíritos que vocês precisam para voltar à vida."
— Não são seis, são sete, e você vai ser o primeiro a morrer. — Disse o espírito homem.
— Mas o quê? Vocês me enganaram? — Perguntou Iglob indignado.
— Não importa mais... — Disse o espírito mulher.
Após ter dito isso, o espírito mulher paralisa Iglob, e o espírito homem começa a fazer uma conjuração de dreno de alma.
— Rápido, temos que conseguir sair daqui para nos salvarmos! — Disse Joon.
— Se eles drenarem a alma de vocês não tem como eu ressuscitar, porque a alma não voltará para o corpo. — Disse Zeriel
— Acho que tenho uma ideia! — Disse Hameth
— Qual? — Perguntou Joon
Hameth fica invisível e tenta atravessar o vidro.
— Droga! eu não consigo atravessar o vidro — Disse Hameth
— Talvez... — Disse Zeriel entusiasmado
— Talvez o quê? — Perguntou Joon
Zeriel teleporta e consegue sair do vidro.
— Por que ninguém me responde quando eu pergunto qual a ideia? — Perguntou Joon
— Porque preferimos agir ao invés de falar. — Disse Hameth
— Psiu! Pessoal, eu vou tirar todos vocês dai mas vai demorar um pouco, estou aqui perto da entrada do castelo, do lado de fora conjurando uma magia para teleportar todos vocês para cá. — Disse Zeriel por telepatia.
— Gente! O Zeriel ele está... — Disse Joon sendo interrompido por todos.
— Já sabemos! — Disseram todos.
— Ta, não precisa de grosseria... — Disse Joon
É desintegrado o corpo de Iglob, e sua alma vai para dentro dos dois espíritos. Todos ficaram surpresos:
— Nossa! — Disseram todos
— Eles desintegram o corpo também... Lascou! — Disse Hameth
— Agora vamos a esses espíritos pequeninos cheios de magia na pele esperando para serem drenados. — Disse o espírito mulher.
— Começando por você! — Disse o espírito homem apontando para Joon.
— Por que EU? — Perguntou Joon.
— Cala a boca idiota. — Disse Hameth.
Os dois espíritos começam a conjuração.
— POR FAVOR ZERIEL! — Gritou Joon desesperadamente — QUE A SUA CONJURAÇÃO SEJA MAIS RÁPIDA DO QUE A DELES!
— Vou ajudar Zeriel na conjuração. — Disse Althea.
Althea começa a fazer uma magia para ajudar Zeriel em sua conjuração, a magia que ela vai fazer precisa de conjuração porque ela não está vendo Zeriel.
— TODO MUNDO CONJURANDO OEOE! — Brincou Joon.
— É muito idiota mesmo... — Disse Hameth — Uma das conjurações é pra te matar de corpo e alma! Idiota.
— Deixa de ser assim... — Disse Joon.
— QUIETOS, ESTOU TENTANDO ME CONCENTRAR — Brigou Althea.
Todos ficaram calados, e Althea conseguiu terminar a conjuração para achar Zeriel e ajudou ele no teleporte de todos. Não demorou nem dois segundos e todos eles já estavam fora do castelo.
— ESTOU VIVO! — Gritou Joon.
— Se falar mais alguma coisa alegre eu te mato. — Disse Hameth.
— Você devia estar alegre que saímos de lá. — Disse Joon.
— Estão todos bem? — Perguntou Zeriel.
— Sim. — Disseram todos.
— O que aconteceu com os espíritos? — Perguntou Zeriel.
— Não sabemos, ninguém ficou lá para saber... — Disse Hameth.
— Não precisa ser grosso comigo, eu salvei a tua vida! — Disse Zeriel.
— Ta, ta, mas temos que arranjar um jeito de sair é dessa dimensão isso sim! — Disse Hameth com uma expressão de preocupação.
— É, ele tem razão — Disse Danielle — Desde que eu pisei nessa terra, eu não sinto nenhum sinal de como voltar para a nossa dimensão.
— E agora? VAMOS FICAR PRESOS AQUI PARA SEMPRE... — Disse Joon com muito desespero.
— Sem pânico gente, não seja tão dramático Joon. — Disse Althea — Vamos arranjar um jeito de sair daqui.
Continua...
— Eu acho que eu sei aonde ele pode estar...
— Aonde? — Perguntaram todos
Hameth mostrou a passagem secreta, todos ficaram surpresos com aquilo e Danielle perguntou:
— Como você sabia disso? — Eu estava procurando Iglob, não achei ele, sem querer eu cai e me segurei no que estava mais perto de mim, então abriu, mas como estava muito escuro eu não entrei, eu fui pro meu quarto e esperei o tempo que ele disse que íamos explorar.
— Vamos logo ver o que tem depois dessa estante. — Disse Zeriel.
— Não seria muito arriscado? — Perguntou Danielle.
— Não. Estamos todos juntos, Iglob mesmo disse que somos mais forte juntos. — Disse Hameth.
— Então vamos logo! — Disse Joon entrando sozinho pela estante — Vamos gente, estão com medo é?
— Claro que não idiota. — Disse Hameth entrando pela estante
Depois que Hameth entrou na estante todos os outros entraram juntos, Albert fez uma bola de fogo para iluminar todo o caminho. Desceram muitos degraus, e nada, mais degraus, e nada, desceram muitos degraus até que Danielle disse:
— Ta ficando muito fundo...
— Não é melhor a gente voltar? — Disse Joon
— Estão com medo de quê? — Disse Hameth
— É mesmo gente, não precisamos ter medo de nada. — Disse Althea
— O que você acha Zeriel? — Perguntou Joon
— Vamos logo, se vocês morrerem eu ressuscito! — Exclamou Zeriel
— E eu curo! — Exclamou Althea
— Então vamos gente.
Eles desceram as escadas por quase dez minutos e viram uma outra porta de madeira com dois metros de altura e uma imensa luz vindo do buraco da fechadura.
— Quem se quer ser voluntário para abrir a porta? — Perguntou Joon
Todos menos Albert deram um passo para trás.
— Temos um vencedor! — Exclamou Joon
Albert não se importava de abrir a porta afinal, as magias dele eram as mais fortes do grupo. Albert aproximou a sua mão da fechadura, o ar começou a ficar pesado, ninguém conseguia respirar direito.
— O que está acontecendo? — Perguntou Danielle — Por que não estamos conseguindo respirar direito?
— Deve ser uma armadilha. — Disse Hameth com muito sufoco
— Se a nossa escola ensinasse magias de ar, teria um mago que saberia fazer magias do ar com a gente e nos salvaria, mas já que não tem, lascou! — Disse Joon
— Cala a boca! — Disse Hameth com expressão de "me poupe"
Todos desmaiam e acordam presos dentro de "tubos de ensaios gigantes", em um local que parecia não ter saída, olham para frente e veem Iglob rindo para eles.
— Como vocês são tolos, vocês caíram direitinho na minha armadilha... a começar por você Hameth...
— Por que... Por que você está fazendo isso? — Perguntou Hameth
— Para ressuscitar meus ancestrais. Preciso de 6 almas e vejo que foi mais fácil do que eu pensei...
Albert disse: "Você é que pensa" e começou a conjurar o poder mais forte dele: "Unwakupi waste e wan Tanka kin òn at' epi kin asni kiyasni he Oblaje t' ankapi hena!", após terminar a conjuração, começou a sair fogo do corpo dele, um fogo muito forte, a ponto de derreter tudo que não fosse o conjurador, mas o vidro nem se mexeu.
— Não adianta tentar quebrar o vidro... Ele é anti-magia entende?
— Droga, é o nosso fim. — Disse Joon — DANIELLE EU TE ACHO MUITO LINDA — Disse Zeriel
— NHA OBRIGADAAAAAAAAA... — Disse Danielle
— Parem de falar essas coisas, não ta vendo que a gente vai morrer? — Disse Hameth
— Droga, mesmo se eu virasse água não teria como passar por esse vidro — Disse Althea
— ... — Não disse Albert -qqq
— Preparem-se! — Exclamou Iglob — yeonghon seonjoui hochul geulaeseo naega chamgo lo, seonjodeul-ui — Começa a surgir fumaças das paredes — yeonghon eul hochulhal — A prisão de tubos gigantes de onde eles estão começa a ter efeitos poltergeist — su nae josang-ui yeonghon-i geudeul-eun da-eum yeoseos masulsa leul mandeuneun saenghwal lo dol-agal su issdolog huisaeng ibnida!
Após terminar de dizer a última palavra da conjuração, aparecem dois espíritos, uma mulher muito linda de cabelos marrons e um homem muito forte e Iglob diz: "Ó ancestrais, aqui estão os seis espíritos que vocês precisam para voltar à vida."
— Não são seis, são sete, e você vai ser o primeiro a morrer. — Disse o espírito homem.
— Mas o quê? Vocês me enganaram? — Perguntou Iglob indignado.
— Não importa mais... — Disse o espírito mulher.
Após ter dito isso, o espírito mulher paralisa Iglob, e o espírito homem começa a fazer uma conjuração de dreno de alma.
— Rápido, temos que conseguir sair daqui para nos salvarmos! — Disse Joon.
— Se eles drenarem a alma de vocês não tem como eu ressuscitar, porque a alma não voltará para o corpo. — Disse Zeriel
— Acho que tenho uma ideia! — Disse Hameth
— Qual? — Perguntou Joon
Hameth fica invisível e tenta atravessar o vidro.
— Droga! eu não consigo atravessar o vidro — Disse Hameth
— Talvez... — Disse Zeriel entusiasmado
— Talvez o quê? — Perguntou Joon
Zeriel teleporta e consegue sair do vidro.
— Por que ninguém me responde quando eu pergunto qual a ideia? — Perguntou Joon
— Porque preferimos agir ao invés de falar. — Disse Hameth
— Psiu! Pessoal, eu vou tirar todos vocês dai mas vai demorar um pouco, estou aqui perto da entrada do castelo, do lado de fora conjurando uma magia para teleportar todos vocês para cá. — Disse Zeriel por telepatia.
— Gente! O Zeriel ele está... — Disse Joon sendo interrompido por todos.
— Já sabemos! — Disseram todos.
— Ta, não precisa de grosseria... — Disse Joon
É desintegrado o corpo de Iglob, e sua alma vai para dentro dos dois espíritos. Todos ficaram surpresos:
— Nossa! — Disseram todos
— Eles desintegram o corpo também... Lascou! — Disse Hameth
— Agora vamos a esses espíritos pequeninos cheios de magia na pele esperando para serem drenados. — Disse o espírito mulher.
— Começando por você! — Disse o espírito homem apontando para Joon.
— Por que EU? — Perguntou Joon.
— Cala a boca idiota. — Disse Hameth.
Os dois espíritos começam a conjuração.
— POR FAVOR ZERIEL! — Gritou Joon desesperadamente — QUE A SUA CONJURAÇÃO SEJA MAIS RÁPIDA DO QUE A DELES!
— Vou ajudar Zeriel na conjuração. — Disse Althea.
Althea começa a fazer uma magia para ajudar Zeriel em sua conjuração, a magia que ela vai fazer precisa de conjuração porque ela não está vendo Zeriel.
— TODO MUNDO CONJURANDO OEOE! — Brincou Joon.
— É muito idiota mesmo... — Disse Hameth — Uma das conjurações é pra te matar de corpo e alma! Idiota.
— Deixa de ser assim... — Disse Joon.
— QUIETOS, ESTOU TENTANDO ME CONCENTRAR — Brigou Althea.
Todos ficaram calados, e Althea conseguiu terminar a conjuração para achar Zeriel e ajudou ele no teleporte de todos. Não demorou nem dois segundos e todos eles já estavam fora do castelo.
— ESTOU VIVO! — Gritou Joon.
— Se falar mais alguma coisa alegre eu te mato. — Disse Hameth.
— Você devia estar alegre que saímos de lá. — Disse Joon.
— Estão todos bem? — Perguntou Zeriel.
— Sim. — Disseram todos.
— O que aconteceu com os espíritos? — Perguntou Zeriel.
— Não sabemos, ninguém ficou lá para saber... — Disse Hameth.
— Não precisa ser grosso comigo, eu salvei a tua vida! — Disse Zeriel.
— Ta, ta, mas temos que arranjar um jeito de sair é dessa dimensão isso sim! — Disse Hameth com uma expressão de preocupação.
— É, ele tem razão — Disse Danielle — Desde que eu pisei nessa terra, eu não sinto nenhum sinal de como voltar para a nossa dimensão.
— E agora? VAMOS FICAR PRESOS AQUI PARA SEMPRE... — Disse Joon com muito desespero.
— Sem pânico gente, não seja tão dramático Joon. — Disse Althea — Vamos arranjar um jeito de sair daqui.
Continua...
terça-feira, 12 de julho de 2011
A excursão - parte I
A escola de magia links estava com poucos alunos, e tinha pouco dinheiro para sustentar todas as despesas, com isso, o professor Iglob teve a ideia de fazer uma excursão à outra dimensão, para que os alunos possam colocar em pratica tudo aquilo que aprenderam estudando, para este grande passeio, o professor, decidiu levar um aluno de cada sala.
A escola separava por sala os tipos de magias que os alunos queriam aprender: os alunos escolhiam entre magia arcana e magia negra, esses dois tipos de magia eram essenciais para passar para qualquer outro tipo de magia. Depois de aprendida magia arcana e magia negra, eles aprendiam a controlar os outros tipos de elemento existentes: gelo, fogo, terra e água.
Geralmente, quem escolhia magia negra, depois escolhia gelo ou fogo, e quem escolhia magia arcana, escolhia entre terra ou água. Os alunos tinham uma certa rivalidade entre os alunos que estudavam magia arcana e os alunos que estudavam magia negra.
Os escolhidos pelo prof. Iglob são os que ficaram mais tempo estudando em uma mesma sala, são os que não quiseram mudar de elemento porque perceberam que seriam mais fortes se se especializassem em um só elemento. Enfim, sem mais explicações, o nome dos alunos são: Zeriel, estudante de magia arcana, Hameth, estudante de magia negra, Joon, estudante de magias do gelo, Albert, estudante de magias do fogo, Danielle, estudante de magias da terra, e Althea, estudante de magias da água.
Os seis alunos e o professor marcaram de ir à outra dimensão às sete horas da manhã do dia seguinte, muita expectativa foi criada entre os alunos, eles estavam ansiosos para usarem todos os seus conhecimentos sobre a magia.
No dia seguinte, faltando cinco minutos para as sete da manhã, estavam os cinco alunos e o professor estavam no pátio esperando Joon chegar. Enquanto isso, a mãe de Joon viu que ele ainda estava dormindo e foi o acordar:
— Joon, Joon, acorde você está atrasado para a aula.
— Humpft que horas são?
— Faltam cinco minutos para as sete horas.
Assim que a mãe de Joon falou que horas eram, Joon saltou de sua cama em direção ao banheiro, tomou um banho super-rápido se arrumou e saiu as pressas dizendo tchau pra sua mãe:
— Tchau mãe!
— Você vai se atrasar... Não era hoje que vocês iam fazer uma excursão?
— Nossa. É hoje sim! Vou voando pra lá. Fui!
Ele saiu voando em seu cajado com a velocidade mais rápida possível, ele chegou lá às sete horas e cinco minutos, estavam todos esperando por ele:
— Até que enfim né Joon! (Exclamou Iglob)
— Desculpe o atraso gente, eu estava muito ansioso para ir para a outra dimensão que eu quase não consegui dormir ontem a noite...
— Vamos logo Joon, vou criar o portal.
O professor Iglob jogou uma orbe arcana no chão e disse:
— Vão na frente, eu estou logo atrás de vocês.
Hameth estava quase entrando no portal quando escutou Joon falando:
— As damas primeiro.
Hameth ficou um tanto quanto raivoso com a atitude de Joon, mas deixou Danielle e Althea entrarem primeiro, as duas agradeceram com um sorriso imenso e um grande obrigadas. Danielle foi a primeira a ver a outra dimensão, ela nunca tinha visto tanto verde na vida dela, como ela era estudante de magias da natureza, ela sentiu que suas magias estavam muito fortes naquele lugar.
A outra dimensão tinha uma diversidade imensa de flora, árvores com mais de 7 metros, plantas emitindo luz, a principio pensavam que eram vaga-lumes, mas viram que era a planta mesmo que emitia a luz. Vendo toda essa ansiedade de explorar a outra dimensão, Iglob disse para eles:
— Cuidado, a outra dimensão está cheia de perigos, nós podemos encontrar qualquer coisa aqui. Venham comigo, levarei vocês ao meu castelo.
— Você tem um castelo na outra dimensão Professor? — Perguntou Joon.
— Sim, este castelo foi construído pelos meus ancestrais.
— Ancestrais?
— Sim, meus ancestrais fugiram para a outra dimensão.
— Fugiram? Como assim?
— Eles foram acusados de fazerem magias proibidas, como a libertação de seus espíritos para entrarem em outros corpos.
— Hehe... Gostei... — Disse Hameth.
— Credo, por que eles fariam uma magia dessas? — Perguntou Danielle.
— Ninguém sabe o que eles queriam fazer só perguntando pra eles mesmo. — Disse Iglob.
— E eles estão vivos? — Perguntou Althea.
— Não. Eles foram condenados à morte por fazerem essas magias, mas ninguém sabe o que aconteceu com a alma deles, já que eles morreram quando estavam dormindo, e provavelmente as suas almas não estavam no corpo.
— Que história tensa. — Disse Zeriel.
Albert sempre foi uma pessoa muito calada e quieta, ele não queria saber de conversar, ele só se interessava quando tinha um pouco de ação, as magias dele eram as mais poderosas do grupo inteiro, mas ele não tinha muito controle sobre o fogo.
No meio do caminho, eles se depararam com um exército esqueletos, todos se esconderam e esperaram os esqueletos passarem, passaram mais de duzentos esqueletos por eles.
— De onde eles sairam? — perguntou Danielle.
— Não sei. — Disse Iglob — Vamos chegar logo ao castelo.
— Por que não vamos voando professor? — perguntou Zeriel.
— Queria que vocês fossem desse jeito quando tivessem uma dúvida em sala de aula. — Disse Iglob — Para não chamar atenção de ninguém, esta dimensão está cheia de perigos como aqueles esqueletos.
Eles andaram mais um pouco e chegaram no castelo.
— Esse é o seu castelo professor? — perguntou Althea.
— Sim. — disse Iglob com muito entusiasmo.
Todos entraram e foram para seus respectivos quartos.
— Descansem um pouco. — Disse Iglob — às quatro horas da tarde nós vamos sair para continuarmos a nossa exploração.
Todos, menos Hameth, vão para os seus quartos.
— Iglob, qual a possibilidade dos seus ancestrais estarem como espíritos?
— Não vou mentir para você Hameth, a possibilidade é muito alta, talvez sejam eles que estão por trás de todos aqueles esqueletos.
— Hum... Legal... — Disse Hameth com cara de que estava tramando algo.
— Legal? Que coisa isso sim. Vá logo para o seu quarto se não você não vai estar pronto para a caminhada das quatro, eu estarei em meu quarto se precisar de algo.
— Certo.
Iglob teleporta para o seu quarto e Hameth finge que vai para o seu quarto, mas antes dele entrar no quarto, ele fica invisível e vai para o quarto de Iglob. Invisivelmente e com muito esforço, ele atravessa a porta como um fantasma, para a sua surpresa ele não encontra Iglob lá e resolve procurar ele por toda o quarto.
Ele olha debaixo da cama, atrás das cortinas, em todos os lugares que alguém pode se esconder e nada. Ele olha a estante e pensa: "Por que ele teria uma estante cheia de livros se no castelo tem uma biblioteca? Hmmm muito estranho." Hameth começa a puxar os livros, um por um, ao puxar ele coloca no mesmo canto. Não acontece nada, então ele achou que era apenas paranoia, antes de sair do quarto, ele tropeçou no tapete perto da cama, numa tentativa irracional de não cair, ele se segurou na coisa que estava mais perto dele, a perna da cama, mexendo ela para a direita, ele pensou que tinha quebrado, mas percebeu que a estante abriu uma passagem para outro cômodo do castelo.
— Hum... Então não era paranoia minha — pensou Hameth.
Hameth olhou para dentro da estante, viu que estava muito escuro para ele passar, então ele achou melhor não entrar lá. Ele ajeitou a perna da cama e saiu do quarto de Iglob e foi pro seu quarto.
— O que será que tem dentro daquela estante? — Pensou Hameth — Para estar tão escondido daquele jeito não deve ser coisa boa, vou descansar melhor não dizer para ninguém o que eu vi.
Assinar:
Postagens (Atom)